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A SPX Capital lançará o SPX Portfólio Alfa FII, com meta de captação de R$ 1,05 bilhão.
A gestora, que possui R$ 3,2 bilhões sob gestão em real estate, registrou a 1ª emissão de cotas na CVM, com 10,5 milhões de cotas a R$ 100 cada.
A frente de real estate da SPX foi criada em 2021 e inclui sete fundos com diversas estratégias, como o SPXS11 e o SPX Distressed Real Estate Portugal.
A gestora está em processo de reorganização desde maio, após queda de desempenho em seus fundos multimercados, e implementou mudanças na estrutura de gestão. Atualmente, os ativos sob gestão totalizam R$ 48 bilhões, uma redução em relação aos R$ 54,7 bilhões de maio.
* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed
A SPX Capital irá lançar um novo fundo imobiliário, com meta inicial de R$ 1,05 bilhão em captação. O valor é significativo para a frente de real estate da gestora, que conta atualmente com R$ 3,2 bilhões sob gestão divididos em sete produtos.
O SPX Portfólio Alfa FII teve a oferta da 1ª emissão de cotas registrada na CVM na quarta-feira, 30 de setembro. Serão 10,5 milhões de cotas a R$ 100 cada, tendo a SPX Real Estate como gestora do fundo e a XP como administradora e coordenadora líder.
O roadshow para investidores começou nesta quinta-feira, 1º de outubro, e a coleta de intenções vai de 7 a 28 de outubro. No mês seguinte, no dia 3 de novembro, está prevista a primeira liquidação.
A frente de real estate é uma das mais recente na SPX, criada em 2021, 11 anos depois da fundação da gestora, que é um dos principais nomes do Brasil em fundos multimercados.
A SPX conta atualmente sete fundos e veículos de real estate, com estratégias que vão de renda imobiliária a desenvolvimento e situações especiais.
Entre eles estão o SPXS11, de estratégia multiestratégia, com investimentos em crédito, renda, desenvolvimento e diferentes segmentos de imóveis; o SPX Distressed Real Estate Portugal, focado em oportunidades imobiliárias distressed no país; e fundos de desenvolvimento voltados principalmente a projetos residenciais de alta renda e galpões logísticos na Grande São Paulo.
A gestora também tem no portfólio o SPX Portfolio Renda I e os fundos SPX Renda Imobiliária II e III, voltados à geração de renda com ativos imobiliários. Entre os veículos atualmente listados, o SPX Renda Imobiliária II é o lançamento mais recente, com primeira emissão em abril de 2026.
A gestora no entanto, ainda não detalhou qual será a estratégia ou destino de recursos para seu novo fundo, o SPX Portfólio Alfa FII.
O avanço em real estate ocorre em um momento de reorganização da gestora, iniciado em maio deste ano, após queda de desempenho dos multimercados.
Os principais fundos da casa estão abaixo do CDI no acumulado do ano. O Raptor acumula 0,25% e o Nimitz, 4,15%, ante 9,33% do CDI no período.
A principal mudança implementada à época foi a criação de uma posição de chief investment officer (CIO), assumida pelo sócio-fundador Bruno Pandolfi, com a missão de ampliar a coordenação entre os diferentes books, distribuir o risco de forma mais integrada e revisar estratégias que deixaram de justificar capital.
A mudança veio acompanhada da saída de sócios, entre eles Marcelo Castro, que atuava em Londres, e Marcella Libardoni, sócia antiga da casa e ligada ao book de renda fixa de Rogério Xavier, co-fundador e gestor da SPX.
Somando todas as estratégias, os ativos sob gestão da SPX Capital somam R$ 48 bilhões – R$ 6,7 bilhões a menos que os R$ 54,7 bilhões de maio, quando a reorganização começou.





