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Irmã de menino João emociona em alerta sobre desafios de mães atípicas

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Marília A família do menino João Raspante Neto convida para Missa de Sétimo dia nesta quarta-feira, 15, em Marília, em meio ao luto e uma mensagem de impacto da irmã, Marcella Rossi, com vídeo sobre desafios de mães atípicas.

João faleceu aos 13 anos no início da semana passada depois de a família perder contato em região de chácara.

O menino, que tinha diagnóstico de autismo em nível 3, sofreu afogamento quando tentava nadar em estação de tratamento da cidade.

A missa vai acontecer na Paróquia Nossa Sra de Fátima, na rua Japão, 239, no bairro Jóquei Clube, zona sul da cidade.

Leva para a celebração familiares, amigos e voluntários que engrossaram as buscas após pedido de socorro pelo desaparecimento do menino.

Mãe eu te admiro com toda força desse mundo!!!! Você é e foi a melhor mãe que o JOÃO poderia ter

Marcella Ross, filha de Andréa e irmão do menino João Raspante Neto

Já o vídeo trouxe uma mensagem em tom de conversa, orientação e carinho de irmã sobre a mãe, Andréa, o irmão e a relação da família. Embora não seja novidade – qualquer pessoa que acompanhe mães atípicas conhece muitos dos relatos – é uma mensagem com a força da irmã e do momento.

Um relato que trata de casos comuns para atípicas, nome de mulheres com filhos autistas ou que apresentam outras formas de neurodivergências.

Menino João terá missa e irmã emociona em vídeo de desafios para mães atípicas
Menino João terá missa e irmã emociona em vídeo de desafios para mães atípicas
‘É luta diária’

“Não é só sobre uma historia. É sobre muitas histórias que vivem em silêncio todos os dias. Uma realidade que comoveu toda a cidade, mas que, para muitas mães atípicas, é rotina. É luta diária, é amor, é força mesmo quando o coração está cansado”, diz Marcella.

O texto oferece informação, incentiva empatia e emociona com relatos pessoais dos desafios que a família atravessou.

E que tratam de anos em dedicação da mãe para oferecer suporte, carinho e desenvolvimento do filho. Vale para quem conhecer outros casos e quiser evitar a vergonha de falar bobagem a respeito.

“Precisam de apoio, de escuta, de acompanhamento, de acolhimento. Precisam ser vistas não só como mães fortes, mas como mulheres que também precisam de colo. Que a gente aprenda, como sociedade, a olhar com mais empatia, menos julgamento e mais presença.”

A mensagem provoca interações de outras mães atípicas bem como amigos e pessoas que passaram a acompanhar Marcella.

Empreendedora, casada, mãe e gestante a caminho da ‘segunda viagem’, ela mobilizou voluntários em vídeos durante buscas por João. A nova mensagem tem, do mesmo modo, força para mobilizar, veja abaixo.





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