O Governo de São Paulo, por meio da Desenvolve SP, viabilizou a implantação da primeira unidade da Escola do Futuro em São Roque, com investimento de R$ 18 milhões em construção e equipamentos. A iniciativa, em parceria com a administração municipal, amplia a oferta de ensino com infraestrutura moderna e foco em inovação educacional.
Localizada na região central do Distrito de Maylasky, a unidade possui cerca de 8 mil m² de área construída e capacidade para atender mais de 900 crianças e adolescentes.
“O que estamos implantando aqui é um novo conceito de educação pública, com inclusão, ensino bilíngue e uso intensivo de tecnologia na formação. É uma grande aposta, com fundamentos muito sólidos, e tenho convicção de que trará excelentes resultados. O modelo desenvolvido em São Roque é exemplar e deve inspirar outras cidades, ampliando os avanços na nossa rede e na educação como um todo”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.
Para viabilizar o projeto, a prefeitura firmou dois contratos com a Desenvolve SP, totalizando R$ 18 milhões em investimentos. As obras tiveram início em 2023, com financiamento de R$ 5 milhões, aproximadamente 25% do valor total investido pela administração municipal na edificação. Já para a aquisição de mobiliário e equipamentos, foi realizado um segundo contrato, no valor de R$ 13 milhões.
A Escola do Futuro conta com estrutura moderna e ambientes planejados para promover o aprendizado inovador, incluindo salas equipadas com tecnologia de ponta, espaços interativos e áreas voltadas ao desenvolvimento integral dos estudantes. Entre os destaques estão anfiteatro, quadra poliesportiva e o espaço maker, destinado a atividades de robótica e projetos interdisciplinares.
O prédio também foi projetado com foco em acessibilidade, com rampas e elevador, garantindo inclusão e conforto para alunos e profissionais da educação.
Além de ampliar e qualificar o atendimento educacional, a nova unidade permitirá a desativação de imóveis alugados atualmente utilizados pela rede municipal, como o Sítio Alabama, onde funcionava a EMEF Tibério Justo da Silva. A medida deve gerar economia de quase R$ 400 mil ao ano para o município.





