O uso de inteligência conversacional por parte de bancos e fintechs permitiu a redução de até 50% no volume de atendimentos transferidos para humanos, além de movimentar R$ 4,5 milhões por meio de interações conversacionais, causando impacto positivo em receita com aumento na conversão na venda de produtos e serviços financeiros.
De acordo com levantamento realizado pela Blip, as pessoas acabam usando o atendimento por meio de aplicativos de mensagem fora do horário comercial, ficando entre 19h e 23h. E, quando se trata de variações regionais, estados como Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul apresentam taxas de respostas acima daquelas registradas em São Paulo. A empresa de inteligência conversacional avalia a informação como uma boa oportunidade para montar estratégias segmentadas e personalizadas.
Outro ponto observado pelo levantamento mostra que as comunicações contínuas em comparação com as campanhas tradicionais de venda são mais eficazes, apresentando maior taxa de interação e continuidade na jornada – o que aumenta o impacto em retenção e conversão.
Outros dados avaliados pelo estudo da Blip sobre inteligência conversacional:
- 92% de retenção em jornadas automatizadas;
- 80% de satisfação dos usuários;
- 46,8 mil acordos realizados com apoio de inteligência artificial.
Autoatendimento pouco resolutivos e dificuldade de acesso ao suporte são questões que permanecem impactando a percepção do consumidor e os custos de operação das instituições, diz Blip. Para esses problemas, a empresa sugere aumento do uso de soluções que integrem automação e atendimento humano, com foco em redução de fricção e aumento de resolutividade.





