Marília – Começou a contar a partir de terça-feira, 14, o prazo de 20 dias para que a defesa do psiquiatra Rafael Pascon dos Santos apresente alegações finais no caso em que é denunciado por importunação sexual e estupro de pacientes em Marília.
O caso, que tramita em sigilo, já recebeu manifestações do Ministério Público e de ex-pacientes que figuram como assistentes da acusação.
Durante a maior parte do processo três delas atuaram no caso, porém a Justiça admitiu mais uma, conforme o despacho da terça-feira e, assim, são quatro.
O prazo, em tese, define reta final do caso para decisão em primeira instância na 3ª Vara Criminal da cidade. Para qualquer decisão, poderá provocar recursos tanto da defesa quanto da acusação.
Contudo, pode mudar a condição do médico, que cumpre prisão preventiva pelas acusações desde outubro do ano passado. Ele nega todas as acusações e aponta, inclusive, relações em que pacientes consentiram.
O médico já responde a outro processo com duas acusações de importunação, bem como uma sindicância no Conselho de Medicina. O caso, aliás, provocou suspensão do registro profissional.





