Marília – O painel de acompanhamento da dengue no Estado de São Paulo mostra que a Saúde investiga 40 casos suspeitos na cidade de Marília, sem nenhuma confirmação, em situação de risco por evolução em regiões vizinhas.
Bauru, Araçatuba, Presidente Prudente e até Grupo de Vigilância em Assis já acusam pacientes oficialmente com a doença em atendimentos de 2026.
Marília iniciou, inclusive, o levantamento do índice de infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Os dados vão impactar as medidas de controle e intervenção na cidade.

No Grupo de Vigilância Epidemiológica de Marília o número de suspeitas chega a 74 pacientes, contudo, sem qualquer confirmação. Além disso, o painel descartou dengue em nove exames.
São dados diferentes da Direção Regional de Marília, que abriga também o grupo de vigilância de Assis onde, aliás, há casos positivos.
Mas a evolução aparece, entretanto, em outros grupos de vigilância e regiões próximas. Em Bauru, por exemplo, há 89 casos em análise sem confirmações, porém, o grupo de vigilância já identificou um caso, em Lençóis Paulista.






Na regional de Presidente Prudente há 41 casos positivos, dois quais 32 na cidade sede. ALém disso, 16 já com descarte por teste negativo.
Em Araçatuba o Estado contabiliza 18 casos positivos, com 73 prováveis e 179 testes já descartados. Só na cidade sede são 30 suspeitos e seis casos com confirmação.
ALém do risco de mortes, a doença pode causar sobrecarga nos serviços públicos de saúde, licenças, quadros com condição grave até necessidade de transfusões.
A melhor medida de prevenção é eliminar material que acumula água e combater criadouros do mosquito. Envolve pneus, calhas, garrafas, lonas, plásticos, potes, ralos e outros pontos de circulação ou depósito de água.





