O que torna de Gaulle uma figura singular é essa combinação de realismo e romantismo. Romântico o suficiente para acreditar numa França que já não existia concretamente, e realista o suficiente para compreender que, para fazê-la voltar a existir, seria preciso enfrentar os fatos, negociar, convencer, resistir e, muitas vezes, suportar a solidão.





