O plano de governo do candidato Wilson Grassi, do Partido Democrata, é intitulado “Brasil em Primeiro Lugar” e tem 14 eixos temáticos.
Um deles propõe a criação do Imposto Único Federal para substituir tributos federais sobre folha de pagamento, faturamento e produção.
No lugar, entra uma cobrança automática de 2% sobre transações de débito, crédito e Pix.
O emprego formal seria estimulado porque a contribuição previdenciária patronal sobre a folha de pagamento ficaria zerada.
O projeto também prevê elevar a faixa de isenção do Imposto de Renda para cinco salários mínimos (R$ 8.105 em valores atuais).
Na segurança pública, o foco será isolar lideranças de facções e usar a inteligência financeira para asfixiar o dinheiro do crime organizado.
Grassi vai consultar a população sobre a adoção de um modelo de presídios de segurança máxima como em El Salvador.
O país adota desde 2023 controle rígido com vigilância permanente e restrição das comunicações dos criminosos perigosos.
Na saúde, o conceito defendido é o de saúde única, que integra saúdes humana, animal e ambiental.
Segundo o plano, a justificativa é que a maior parte das emergências sanitárias que atingiram as pessoas começou em animais.
As equipes municipais de vigilância epidemiológica terão veterinários e financiamento federal para castração de cães e gatos.
No Sistema Único de Saúde, o foco será na prevenção de doenças, na unificação da fila de cirurgias e de diagnósticos e na produção nacional de medicamentos.
Na educação, a alfabetização na idade certa será estimulada por repasses e apoio atrelados a resultados.
O ensino médio fica ligado ao técnico e às demandas locais.
Também será enviada ao Congresso Nacional uma proposta para estruturar a carreira de pesquisador federal por processo seletivo público de base curricular e de produção.
A proposta de governo completa está disponível em divulgacandcontas.tse.jus.br.





