O tenista francês Arthur Fils derrotou o americano Frances Tiafoe neste domingo e se sagrou campeão do Masters 1000 de Cincinnati, nos Estados Unidos, seu primeiro título nesta categoria.
Fils venceu com parciais de 6-3, 1-6 e 6-0, tornando-se assim o primeiro francês a conquistar um Masters 1000 desde 2014 e o campeão mais jovem de seu país, aos 22 anos.
O último jogador francês a triunfar nesta categoria — inferior apenas aos Grand Slams — foi Jo-Wilfried Tsonga, com uma vitória em Toronto sobre Roger Federer.
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Tiafoe, que também buscava seu primeiro troféu de Masters 1000, contou com o apoio do público americano, mas não conseguiu igualar a agressividade do tênis de Fils, que registrou 23 ‘winners’ contra apenas nove do jogador da casa.
O francês, que saltará da 21ª para a 11ª posição no ranking da ATP, aproveitou da melhor maneira possível sua primeira oportunidade em uma final de Masters 1000, em um torneio que não contou com as duas estrelas do circuito: Jannik Sinner e Carlos Alcaraz.
Cincinnati, o último grande evento antes do início do US Open — que começa em uma semana —, também registrou as eliminações precoces dos favoritos Alexander Zverev e Novak Djokovic.
O cenário estava propício para o surgimento de um novo campeão de Masters 1000, e foi o promissor Fils quem aproveitou a chance contra Tiafoe, que sucumbiu pela segunda vez na final de Cincinnati (após sua derrota em 2024).
Foto: DYLAN BUELL / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP
O americano reagiu depois que Fils venceu o primeiro set em menos de meia hora, mas o francês acelerou novamente no início da parcial decisiva e abriu 3 a 0, ampliando seu aproveitamento de 100%, oito vitórias em oito jogos, contra adversários americanos desde 2025.
“É bom estar aqui e jogar uma final contra você”, disse Fils ao seu oponente. “Quando eu era jovem, via você muito na TV. Você é um dos caras que me faziam ligar a televisão. Por isso, estou muito feliz em vê-lo de volta a esse nível”.
“Foi uma semana de loucura (…) Fizemos um ótimo trabalho e ainda não acabou”, acrescentou.
Com conteúdo da AFP*





