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O empate histórico: saiba quem é o maior artilheiro do México na história das Copas do Mundo

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Com quatro gols cada, Javier “Chicharito” Hernández e Luis “El Matador” Hernández dividem o topo do ranking da seleção mexicana no torneio da Fifa.


Atualmente, Javier “Chicharito” Hernández e Luis “El Matador” Hernández são os maiores artilheiros da história do México em Copas do Mundo.

A resposta para a principal dúvida dos torcedores da “El Tri” não aponta para um único jogador, mas para um empate no topo do pódio. Atualmente, Javier “Chicharito” Hernández e Luis “El Matador” Hernández são os maiores artilheiros da história do México em Copas do Mundo. Ambos os atacantes balançaram as redes quatro vezes no torneio mais importante do futebol, gravando seus nomes de forma definitiva na história estatística da seleção nacional.

A marca dividida entre duas lendas do futebol mexicano

Embora dividam a liderança isolada da artilharia, os dois ídolos construíram seus recordes em contextos e épocas completamente diferentes.

Luis Hernández, eternizado pelo apelido de “El Matador” e por seus longos cabelos loiros, teve um desempenho explosivo. Ele marcou seus quatro gols em uma única edição, na Copa do Mundo da França, em 1998. Naquela ocasião, ele balançou as redes contra a Coreia do Sul (duas vezes), Holanda e Alemanha,. Essa marca rápida também faz dele o mexicano com o maior número de gols em um único Mundial.

Por outro lado, Javier “Chicharito” Hernández precisou de longevidade e regularidade para alcançar o topo. O centroavante marcou seus quatro gols distribuídos em três edições diferentes. Ele vazou a França e a Argentina no torneio de 2010 na África do Sul, marcou contra a Croácia no Brasil em 2014 e fechou sua conta marcando contra a Coreia do Sul em 2018, na Rússia.

Ranking dos maiores goleadores da seleção mexicana em mundiais

Abaixo do topo dividido pelos dois centroavantes, a lista de artilheiros do México conta com ídolos históricos que brilharam especialmente nas décadas de 1990 e 2000,.

1. Javier “Chicharito” Hernández (4 gols)

O maior artilheiro geral de toda a história da seleção mexicana (com 52 gols totais) também domina o palco global. Seus gols em fases de grupos e oitavas contra campeões mundiais como França e Argentina consolidaram sua fama de jogador decisivo nos grandes palcos.

1. Luis Hernández (4 gols)

Sua campanha letal na França em 1998 garantiu um lugar cativo na memória dos torcedores. O gol histórico de empate contra a Holanda nos acréscimos é considerado até hoje um dos momentos mais emocionantes do México em Copas,.

3. Cuauhtémoc Blanco (3 gols)

Um dos jogadores mais técnicos da história do país, Blanco tem a marca expressiva de ter marcado gols em três Copas diferentes (1998, 2002 e 2010). O camisa 10 era especialista em cobranças de pênalti sob pressão.

3. Rafael Márquez (3 gols)

O lendário zagueiro e “Eterno Capitão” provou sua qualidade ofensiva, sobretudo no jogo aéreo. Márquez alcançou o feito raríssimo para um defensor de marcar em três edições consecutivas (2006, 2010 e 2014).

5. O pelotão de dois gols

Abaixo do quarteto principal, um grupo de jogadores balançou as redes duas vezes em Mundiais. Entre os nomes oficiais registrados pela Fifa neste recorte estão:

  • Jared Borgetti (gols em 2002),
  • Omar Bravo (gols em 2006),
  • Luis García (gols em 1994)
  • Ricardo Peláez e Alberto García Aspe (ambos com gols em 1998),
  • Manuel Rosas (gols pioneiros no Mundial de 1930),

O jejum do atual elenco e a exigência do torneio

O peso de balançar as redes em uma Copa do Mundo fica ainda mais evidente quando analisamos a geração atual do futebol mexicano. O centroavante Raúl Jiménez, atual jogador do Fulham (Inglaterra), é o terceiro maior artilheiro de toda a história da seleção nacional, ultrapassando a expressiva marca de 44 gols em jogos oficiais e amistosos,. No entanto, a estrela mexicana disputou as Copas de 2014, 2018 e 2022 sem marcar um único gol,.

Esse contraste estatístico drástico reforça o alto nível de exigência do Mundial e o tamanho do feito alcançado por Chicharito e Luis Hernández. Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, sediada em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá, os atacantes do atual elenco tentarão quebrar esse jejum ofensivo na frente da sua própria torcida e, quem sabe, iniciar uma corrida contra o relógio para desafiar o recorde de quatro gols estabelecido no passado,.

Ter o nome cravado no topo das estatísticas desse torneio significa transcender as fronteiras do futebol local. Em um país onde o sonho da “quinta partida” (alcançar as quartas de final) se tornou uma verdadeira obsessão nacional ao longo das últimas décadas, os jogadores capazes de decidir os jogos mais tensos do esporte são elevados ao status de heróis incontestáveis na cultura mexicana.

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