Marília – A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania, iniciou o processo de descentralização do Cadastro Único (CadÚnico) com modernização no atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade social.
A iniciativa amplia o acesso aos serviços públicos e fortalece a atuação da rede socioassistencial diretamente nos territórios.
Com a nova estratégia, os atendimentos do Cadastro Único chegam às unidades da rede socioassistencial. Assim, facilita o acesso da população aos serviços e evita deslocamentos para atualização cadastral ou solicitação de benefícios sociais.
O Cadastro Único é a principal ferramenta do Governo Federal para identificação de famílias de baixa renda. Desse modo, é a porta de entrada para programas sociais, como o Bolsa Família.
A descentralização permitirá uma atuação integrada entre as equipes técnicas e os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).
O prefeito Vinicius Camarinha destacou que a medida representa um compromisso da administração municipal com a humanização e a eficiência dos serviços públicos.
“ Nossa gestão prioriza o cuidado com as pessoas. Levar o Cadastro Único para dentro dos bairros é garantir que o serviço público chegue onde o povo está. Queremos uma assistência social resolutiva, que identifique o risco social na porta de casa e garanta direitos de forma ágil”, afirmou o chefe do executivo.

Implantação começa pela zona Sul
Nesta primeira etapa, o novo modelo terá implantação gradual na zona Sul da cidade. As unidades são o CRAS Rosa dos Santos Modelli, na Rua Ioneu Carvalho Domingos, 586, e o Teotônio Vilela, na Rua Sebastião Mazalli, s/n.
Além dos atendimentos nas unidades físicas, a estratégia também prevê visitas domiciliares e mutirões comunitários.
A secretária municipal de Assistência Social e Cidadania, Hélide Parrera, ressaltou que a descentralização fortalece o trabalho técnico e a proteção social.
“A descentralização fortalece a nossa Vigilância Socioassistencial. Agora, temos equipes específicas atuando diretamente nos territórios, o que permite um atendimento muito mais humanizado. Não é apenas preencher um cadastro, é integrar essa família à nossa rede de proteção.”





