Marília – O governo do Estado encaminhou à Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) projeto de lei que regulamenta monitoria de estudantes em atividades acadêmicas da Famema com direito a bolsas.
O objetivo é estimular o interesse do estudante de graduação pela carreira docente, bem como pela pesquisa. Dessa forma, coloca os alunos em estreita cooperação com o corpo docente nas atividades pedagógicas.
Prevê integrar estudantes a partir do terceiro ano nas atividades de orientação e acompanhamento de estudos para alunos de anos iniciais. A atividade, aliás, já existiu por anos na Famema.
Enquanto a instituição era particular, envolvia descontos nas mensalidades. Depois de 1995, com a estadualização, passou a oferecer bolsas.
A nova proposta acompanha uma mensagem da direção-geral da Famema para retomada do serviço com 42 estudantes a partir de 2027.
Uma estimativa de orçamento no projeto indica custo de R$ 26,8 mil por ano, mas o projeto prevê decreto para fixar valor da bolsa.
Os estudantes teriam carga horária fora da grade curricular, com duração mínima de quatro horas e semanais e máxima de oito horas. Além disso, a proposta esclarece que não há vínculo empregatício.
A monitoria deve ocorrer sobe a supervisão de um professor e atividades, inclusive, em laboratórios, núcleos interdisciplinares e biblioteca.





