Marília – A CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) pediu à Justiça em Marília um prazo extra para apresentar a solução às centenas de moradores que perderam casas com prédios interditados em 2024.
A Vara da Fazenda Pública expediu no dia 30 de janeiro notificação para a companhia e a prefeitura apresentarem soluções em cinco dias.
A notificação saiu no dia 3 de fevereiro mas no dia 10, em reta final do prazo, a CDHU pediu a prorrogação. Ainda não há decisão.
A empresa diz que adota “medidas para o equacionamento do atendimento definitivo das famílias”. Além disso, que estrutura propostas em conjunto com o Município de Marília e o Estado.
Tanto a prefeitura quanto o Estado discutem o caso desde 2018 e por repetidas vezes ignoraram solicitação de reformas e obras, até a interdição. Com isso, os prédios entraram em risco de desabamento, houve interdição e realocação.
O resultado do abandono é que a CDHU e prefeitura gastam uma fortuna por mês em aluguéis sociais para famílias. A cidade já gastou, inclusive, com realocação e mudanças. E o problema não acaba até que as famílias tenham moradia.
“Tais propostas encontram-se em fase final de aprovação pelos entes envolvidos, motivo pelo qual fica prejudicada a apresentação de manifestação neste momento.”
Assim, a CDHU pediu à Justiça um prazo suplementar de 05 (cinco) dias para apresentação das propostas.





