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Adiamento sucessivo de cirurgia de vesícula em paciente idosa no HC gera denúncia • Marília Notícia

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Família aponta jejuns sucessivos de até 16 horas, com a mulher tendo que voltar para casa sem cirurgia (Foto: Divulgação)

Familiares de uma mulher de 68 anos estão revoltados com sucessivos adiamentos de uma cirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília (HCFamema). Segundo o relato, o caso foi classificado como emergência por envolver inflamação da vesícula, mas o procedimento segue sem ser realizado.

A filha da idosa procurou a reportagem e informou que a mãe foi internada com quadro grave de inflamação na vesícula. De acordo com ela, médicos teriam comunicado que a situação exigia cirurgia de emergência.

No entanto, conforme a denúncia, o procedimento vem sendo adiado repetidas vezes, mesmo após a paciente passar por longos períodos de jejum.

“Não suporto mais ver a minha mãe sofrendo assim. Ela está internada e em jejum, mais uma vez, e estão adiando a cirurgia. Ela ficou 16 horas sem comer, com uma assistência que deixa muito a desejar, ansiosa pela cirurgia que está sendo cancelada novamente”, reclamou a auxiliar de escritório de 38 anos, filha da paciente.

Ainda segundo a família, no domingo (11), após dias de uma rotina considerada angustiante, uma médica teria informado que o procedimento não seria realizado e que a paciente receberia alta hospitalar.

“O mais incrível é que, mesmo após a liberação da médica, ficamos aguardando a formalização da alta desde as 9h até o meio da tarde, sem retorno nenhum”, afirmou.

No boletim de ocorrência, a família relatou que situações semelhantes supostamente estariam ocorrendo com outros pacientes internados, incluindo idosos e uma adolescente de 15 anos. “Cirurgias que eles mesmos dizem ser de urgência estão sendo adiadas. Nessa situação, as pessoas claramente estão em risco”, considerou a auxiliar de escritório ao MN.

O caso não tem, por ora, natureza criminal, mas foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) e será analisado por um delegado da Polícia Civil.

A reportagem do MN entrou em contato com o Hospital das Clínicas de Marília e aguarda posicionamento da instituição. Caso haja retorno, o texto será atualizado.





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