Na crítica do modelo de concessão, que consta no edital de Concorrência Pública nº013/2022, o prefeito lembrou que o município tem um prejuízo de R$ 3,5 milhões por mês. “Houve repasse para a prefeitura de 276 servidores, gerando um custo de R$ 3 milhões, mais R$ 1,5 de Ipremm (Instituto de Previdência do Município de Marília), bem como parcelamento de dívidas do Daem, o que totaliza R$ 5,5 milhões. Você deduz o valor da outorga e ficamos com o débito da concessão”, reiterou.
O chefe do Executivo espera a investigação da Corregedoria para que o próximo passo seja tomado, mas destacou que a ação é em defesa do patrimônio da população de Marília.
Para o procurador geral do município, Estevan Luis Marino, caso haja a revogação da concessão, o município não deverá ser penalizado.
A reunião contou com a presença de secretários, vereadores e lideranças da sociedade.
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