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TCU, CGU e CNJ fazem compra governamental pioneira ao unificarem multicloud…

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O contrato da Central de compras públicas do governo para nuvem era limitado e só permitia o catálogo fechado, o que impedia ter acesso às melhores práticas do uso da nuvem. A possibilidade de ter acesso ao catálogo aberto e unificar volume de aquisição permitiu que TCU, CGU e CNJ partissem para uma compra conjunta – inédita no governo – para multicloud. O case foi revelado durante o Fórum Executivo Brasil AWS Setor Público, realizado em Brasília.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Lorena Passos, do TCU, e Rafael Ferreira, do CGU, contam como foi integrar equipes para viabilizar o melhor modelo a ser adotado. No caso do CGU, o aprendizado veio também depois de um incidente de segurança cibernética. “O provedor de então tinha o controle das contas principais e houve um vazamento de dados. Aprendemos que não era possível dar esse controle. Hoje tudo é no mínimo acesso possível. O controle é nosso”, detalha Ferreira.

No TCU, o modelo de compra conjunta foi aprovado porque ao ter acesso ao catálogo aberto, o ambiente de experimentação se amplia, especialmente com a Multicloud. Mas, Lorena Passos diz que a complexidade também aumenta. “Cada nuvem exige um data center novo para cuidar. Exige muito conhecimento das equipes técnicas”.

O controle de custos também foi decisivo para facilitar a compra conjunta. Rafael Ferreira, do CGU, diz que “não dá para ter nuvem sem FINOPS. É preciso ter uma pessoa da equipe tem de ficar dedicada porque é crucial ter um controle financeiro do que está sendo usado na nuvem”, ressalta. Indagados sobre o uso da Inteligência Artificial, os executivos admitem que a jornada está começando. No TCU, a IA usa produtos da AWS, mas a IA agêntica ainda é bem inicial. “Temos de ver custos, segurança, etc”, observa Lorena Passos.

No CGU, o FalaBR, um serviço voltado ao cidadão, já usa IA. “Nós usamos a IA na nuvem para agilizar a busca para o cidadão que abre um chamado. Uma resposta que levava 15 dias, agora está sendo dada em segundos e minutos”, diz. Mas a IA agêntica também ainda é um experimento. Assista a integra da entrevista com Lorena Passos, do TCU, e Rafael Ferreira, do CGU.



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