Marília – A Famema (Faculdade de Medicina de Marília) assinou o contrato para projetos básicos e executivos de engenharia e arquitetura para construção do campus próprio.
O escritório responsável será o KAAN Architecten, que tem sede em Roterdã, nos países Baixos, e escritório em São Paulo.
A página de transparência do governo do Estado mostra que a assinatura ocorreu no dia 24. No dia 25 seguiu para publicações no Diário Oficial e do Portal Nacional de Compras.
Nesta quarta-feira a Famema nomeou profissionais responsáveis pelo acompanhamento do contrato. Contudo, não fez qualquer comunicado sobre a medida, que deve provocar mais portarias de organização e execução.
O contrato prevê o investimento de R$ 2.788.838 para projetos com detalhes que vão dar modelo de implantação com base no estudo técnico preliminar.

Prevê o investimento de R$ 2.788.838 – o orçamento inicial tinha estimativa de até R$ 3,7 milhões – e ainda deve ter os custos da obra, sem previsão de data.
Para isso, a empresa deverá usar um projeto básico com previsão de adaptações em que o estudo preliminar indica nove estruturas de construção.
Nova estrutura
Inclui ambulatório didático, administração e anfiteatro com até mil lugares, bem como bloco acadêmico e biblioteca. Além disso, área de serviços – como transporte, manutenção e vestiários-, estacionamento e cabine primária de acesso.
Caberá à empresa adequar para incluir ginásio de esportes, ampliar área de estacionamento e até incluir dois andares por bloco.
A previsão inicial é de 35,6 mil metros quadrados de construção em terreno de 12,9 mil metros quadrados. Aliás, o espaço prevê construção federal ao lado para abrigar estrutura da Justiça Federal.
É novo avanço em medida histórica para instituição estadual com mais de 50 anos e atividades de ensino, pesquisa e ambulatórios com locação de prédios. Acontece quase dois anos após início do planejamento de contratação – em janeiro de 2025 – e dez meses após última versão do edital.


A Famema prevê ocupar terreno da União com cessão de uso, bem como previsível prorrogação na avenida Tiradentes. É grande espaço de gramado que até a década de 1980 abrigou o Instituto Brasileiro do Café, destruído em incêndio.
Além de mudar a estrutura da faculdade, que mantém cursos de Medicina e Enfermagem, a obra pode alterar toda atuação da Famema. Há projeto para transformar a instituição em centro universitário, com mais cursos, e o primeiro já está em preparação: Psicologia.





