Os cerca de 14 mil advogados da Advocacia-Geral da União vão poder, ainda neste primeiro semestre, a usar o IaGU, um editor de texto especializado em atividades jurídicas que tem a inteligência artificial como braço direito. “Nós estamos fazendo perguntas genéricas e específicas sobre o conteúdo de processos e interagir com o próprio texto que estamos fazendo”, conta o chefe de Núcleo de Representação da SGE/AGU, Ricardo Oliveira.
À CDTV, do Convergência Digital durante o 3º Fórum de Transformação Digital da Advocacia Pública, organizado pela Network Eventos, em Brasília, Oliveira contou que a ferramenta beta está em testes e o cronograma prevê liberar uma primeira versão na AGU ainda no primeiro semestre.
“O diferencial do IaGU é que nós passamos para a IA informações do processo e até da minuta que estamos redigindo. Dessa forma, os riscos de uma alucinação da IA fica reduzido, mas é claro que tem de ter a intervenção humana”, observa Ricardo Oliveira. O IaGU teve parte do seu desenvolvimento na AGU, mas usa os motores disponíveis no mercado. Indagado se o IaGU irá para outros órgãos de advocacia do Governo,Ricardo Oliveira diz que ele será uma ferramenta da AGU. Assista a entrevista.





