O Serpro vai oferecer GPUs como serviço, mas não tem pressa de ter a oferta comercial porque o custo ainda é muito alto e falta, na visão da estatal, maturidade do mercado. “Nós vamos ter produtos para entregar funcionalidades de IA como assistentes; modelos do ConversaAI, uma espécie de chatGPT dos órgãos públicos, para acelerar o uso e a infraestrutura de nuvem. GPUs como serviço também vão estar no portfólio, exigem maturidade e tem que avaliar muito o custo/benefício”, explica o Superintendente de Arquitetura Corporativa Plataformas Inteligentes e Engenharia de Nuvem do Serpro, Welsinner Brito.
Em entrevista durante o Tech Gov Fórum Brasil, realizado pela Network Eventos, em Brasília, nesta quinta-feira, 11 de junho, o executivo fala ainda como a estatal de TI está liberando os seus servidores para experimentarem a inteligência artificial. “Estamos dando as ferramentas e os dados possíveis de serem manipulados. O modelo de capacitação mudou e é preciso deixar experimentar, mas com os guard-rails da governança”, observa.
Executivo fala sobre a era da IA Agêntica e diz que, agora, o processo será usar a IA para resolver o problema e não para pensar uma solução. “O nosso time de desenvolvedores está mudando seus processos para usar IA agênticos, outros setores também vão mudar seus processos como gestão de pessoas. A IA agêntica veio para ficar”, salientou.
Ao colocar o mantra IA First, o Convergência Digital indagou ao diretor do Serpro se o Cloud First perdeu vez. “Nunca. IA e Cloud caminham juntos. São complementares. Só com elas teremos a soberania digital almejada”. Assista a entrevista.





