Marília – O programa Tabela SUS Paulista, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, atinge recordes de investimentos em cirurgias, exames e consultas e, além dos números, comemora efeito que muda vidas nos municípios.
Vitrine dos investimentos estaduais na Saúde, o programa paga aos hospitais valores até cinco vezes maiores que os da tabela federal no Sistema Único de Saúde.
A iniciativa corrige um déficit financeiro histórico de unidades filantrópicas e santas casas de todo o estado, permitindo um fôlego financeiro que se reflete em mais atendimentos.
São recursos para ampliar a oferta de leitos, procedimentos e serviços em geral, que vão de exames mais simples a cirurgias de alta complexidade.
Redução das filas
Um dos impactos iniciais de destaque é a redução das filas de espera. O Estado chegou a 3,5 milhões de procedimentos depois da implementação da Tabela SUS Paulista.
O atendimento, aliás, representa investimento de R$ 9,7 bilhões a mais para a Saúde em todo o Estado. Impactou, de forma especial, as cirurgias eletivas, que deixavam os pacientes em longa espera.
Impacto econômico e social
A Tabela SUS Paulista permitiu maior ocupação e oferta de serviços em hospitais filantrópicos e Santas Casas que apresentavam mais capacidade de atendimento.
Assim, permitiu incremento destas instituições, inclusive com incentivo ao mercado de trabalho e contratações na cidade. Além disso, as cirurgias, exames e consultas refletem em milhões de paulistas com mais saúde, qualidade de vida e integração à rotina no Estado.
Cuidado com prioridades
O atendimento chegou a prioridades da saúde com demanda reprimida e condições mais sensíveis para a população.
O número de cirurgias de mama, por exemplo, cresceu 30% em 2025 em todo o estado em relação a 2022.
No ano passado foram realizados 3.759 procedimentos, ante 2.881 no período anterior, conforme dados de março na Secretaria de Estado da Saúde.
O número de internações de alta complexidade aumentou em 37,9% no estado de São Paulo na comparação entre 2022 e 2025
O Estado registra ainda aumento de 43% na realização de cirurgias oncológicas entre 2022 e 2025.
Um crescimento em relação direta com os reajustes nos repasses: 184% para procedimentos cirúrgicos oncológicos e 269% para o atendimento clínico.





