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Assessores são demitidos após briga em unidade de Saúde

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Vera Cruz A Prefeitura de Vera Cruz demitiu assessores que ocupavam cargo de confiança após uma briga com empurrões, gritos e ofensas dentro de unidade de Saúde em incidente que ganhou registro em vídeo e circulou em aplicativos de celular.

As demissões atinge dois coordenadores em serviços de Vigilância Epidemiológica e de Promoção Social.

Além dos dois, com envolvimento na briga, o caso envolve um servidor acusado de gravar e divulgar vídeo do conflito.

O coordenador da Vigilância Epidemiológica, funcionário de carreira, teve exoneração a pedido.

O coordenador da Promoção Social é marido da atual Diretora da Saúde, Adriana Ramires. A discussão teria sido o ponto alto de impasses relacionados à gestão e à conduta dos profissionais.

O caso chegou à Câmara de Vera Cruz, com a visita de um dos envolvidos, e gerou uma discussão política sobre pressão, serviços e o modelo de atendimento.

Após a repercussão do vídeo e dos contatos na Câmara, a prefeitura emitiu comunicado oficial. O Giro Marília solicitou informações à administração.

NOTA OFICIAL

A Administração Municipal repudia qualquer tipo de violência e reforça que o horário de trabalho deve ser destinado exclusivamente à execução das atribuições inerentes às funções públicas.

O fato ocorreu no dia 14 de maio, nas dependências da Vigilância Sanitária, envolvendo um coordenador da Vigilância Epidemiológica e outro da Promoção Social. O terceiro envolvido, responsável pela gravação do vídeo, é funcionário terceirizado.

A discussão teve início após uma denúncia de maus-tratos a animais realizada por um morador. Na ocasião, a Diretoria Municipal de Saúde delegou o atendimento da ocorrência ao coordenador da Vigilância Epidemiológica, que se recusou a executar a atribuição, alegando não ser de sua competência. Segundo apurações administrativas, durante a situação, o servidor apresentou comportamento exaltado, com gritos nas dependências do setor.

Diante dos fatos, das condutas adotadas e das atitudes praticadas durante o horário de expediente, o Chefe do Executivo atendeu ao pedido de exoneração do coordenador da Vigilância Epidemiológica e determinou a exoneração dos demais envolvidos.



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