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Novas provas agravam caso de gato queimado em condomínio de Garça • Marília Notícia

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Novas imagens podem indicar que crime foi premeditado (Foto: Garça em Foco)

O caso do gato encontrado morto e queimado em uma churrasqueira de um condomínio em Garça ganhou novos e perturbadores contornos. Embora o ato de violência extrema pudesse, inicialmente, ser associado a um possível surto, novas informações indicam que a ação foi premeditada e que o suspeito pode ser acusado pela Polícia Civil também pelo furto do animal.

O crime ganhou grande repercussão após o felino ser localizado na área de lazer de um condomínio próximo ao centro da cidade, na manhã do último sábado (16).

Imagens de segurança registraram o jovem segurando o gato pela cauda e o arremessando repetidamente contra paredes, antes de levá-lo para uma área sem monitoramento por câmeras, onde o animal foi encontrado posteriormente queimado.

Apesar de ter sido preso em flagrante pela Polícia Civil, o acusado recebeu liberdade provisória da Justiça no domingo (17), por ser réu primário, ter emprego lícito e endereço fixo.

Acusado de matar gato e queimá-lo em churrasqueira foi preso em flagrante pela Polícia Civil (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)

No entanto, a alegação de um possível surto perde força diante dos desdobramentos recentes. Um vídeo divulgado pelo Portal Garça em Foco mostra o suspeito com o gato já na segunda-feira, dia 11 de maio.

Se for confirmado que ele levou o gato dias antes do crime, pode ficar configurado que se tratou de um caso premeditado, o que eleva a crueldade da situação, já que o felino teria ficado em cárcere por pelo menos quatro dias inteiros sob o poder do suspeito.

Os donos do felino, proprietários de uma marcenaria, notaram o desaparecimento na manhã de terça-feira (12), mas optaram por não divulgar o sumiço de imediato.

Na tarde do mesmo dia, o suspeito teria ido espontaneamente ao estabelecimento para perguntar se o gato deles havia sumido, criando uma história de que o animal o havia seguido por seis quarteirões e depois fugido.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou novas informações oficiais, mas segue investigando o crime. A pena para maus-tratos a animais com resultado de morte pode chegar a cinco anos de prisão, além de multa e proibição da guarda de animais.





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