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Justiça liberta acusado de queimar gato em Garça

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Marília Audiência de custódia em sistema de plantão na Justiça em Marília liberta o homem de 21 anos acusado de matar e queimar um gato em churrasqueira de condomínio em Garça.

A decisão reconheceu a legalidade da prisão, bem, como gravidade da acusação contra ele. Contudo, aponta que o caso não apresenta requisitos para prisão no momento, com possibilidade de medidas cautelares.

Reconheceu condições como endereço fixo e atividade profissional. Além disso, considerou que o acusado não apresenta histórico de crimes.

O homem terá, assim, que comparecer a todos os atos judiciais em que receba convocação. A medida também proíbe ausência da comarca por mais de oito dias sem autorização judicial.

Parecer do Ministério Público, que pediu a conversão do flagrante em prisão preventiva. Porém, o juiz Paulo Gustavo Ferrari apresentou outro entendimento.

“A conduta, apesar da elevada gravidade, em tese, não justifica por si só a decretação da prisão preventiva para a garantia da ordem pública.”

Imagens de ataque

A prisão acompanhou a descoberta do animal por um funcionário e o registro das agressões e violência contra o anima.

Uma das câmeras registrou quando o homem segurou o gato pela causa para arremessar repetidamente contra paredes.

Depois, ele colocou o gato em uma caixa de papelão e caminhou em direção ao fundo do prédio. Outro registro, mostra quando o homem retorna com uma garrafa de óleo e papel.

Não há sistemas de gravação na área de lazer, onde fica a churrasqueira. Mas o funcionário encontrou a garrafa, embalagem com sinais de combustível e o gato com grande parte do corpo queimada.



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