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Produtores de SC discutem desafios da biosseguridade na suinocultura independente Agrimidia

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Representantes do setor produtivo, técnicos e entidades ligadas à agropecuária participaram, na última quarta-feira (6), de uma reunião em Braço do Norte (SC) para discutir o fortalecimento da biosseguridade na suinocultura independente. O encontro ocorreu na sede do sindicato rural do município e reuniu integrantes do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa), da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) e lideranças da atividade.

Entre os participantes estavam o vice-presidente do sindicato local e produtor de suínos, Vilibaldo Michels, a coordenadora estadual da ATeG, Paula Coimbra Nunes, e a supervisora regional do Senar/SC, Sueli Silveira Rosa. Também participaram representantes do Icasa, como a conselheira técnica Luciane Surdi e a coordenadora Camila Bonelli, além de supervisores e técnicas ligados à assistência técnica na área de suinocultura.

Durante o encontro, foi apresentada a proposta de ampliar a atuação conjunta entre as entidades para difundir práticas de biosseguridade entre produtores independentes, por meio da ATeG Suinocultura. O programa de assistência técnica está em fase de implementação na região Sul, com atuação dos sindicatos rurais de Braço do Norte e Armazém. Nesta etapa inicial, estão previstas duas turmas com 30 produtores cada, com a biosseguridade sendo incorporada como um dos principais eixos de orientação.

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A adoção dessas medidas é apontada como um dos principais desafios do setor, especialmente diante das exigências sanitárias mais rigorosas. A avaliação de lideranças presentes é de que o avanço nessa área é essencial para garantir maior segurança nas propriedades e fortalecer a atividade independente no estado.

A articulação entre as instituições também foi destacada como um fator importante para ampliar o alcance da assistência técnica e promover a conscientização dos produtores. A expectativa é que o trabalho contribua para incorporar práticas de biosseguridade à rotina das granjas, com foco na prevenção de doenças e na melhoria dos padrões produtivos.

A iniciativa também está alinhada às exigências previstas na Portaria nº 50/2025, que estabelece critérios mínimos de biosseguridade para granjas tecnificadas. Nesse contexto, a assistência técnica deve atuar no apoio à adequação das propriedades às novas normas, contribuindo para o controle sanitário da suinocultura catarinense.

Além das ações voltadas à sanidade, a Assistência Técnica e Gerencial atua no aprimoramento da gestão das propriedades rurais, com foco em produtividade, eficiência e sustentabilidade. O programa, desenvolvido em parceria com sindicatos rurais, atende diversas cadeias produtivas em Santa Catarina, incluindo atividades como bovinocultura, apicultura, piscicultura, fruticultura e turismo rural, entre outras.

Fonte: Senar SC



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