Marília – O novo Painel de Monitoramento de Agrotóxicos nos Recursos Hídricos aponta cinco casos em monitoramento no Estado de São Paulo, um deles na região de Marília.
Apresenta novo sistema de informações sobre presença dos tóxicos na água, como represas ou rios, com base em dados e metodologia da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Meio Ambiente.

Palmital, com caso monitoramento no rio do Pari desde 2024, já registrou oito coletas de amostras e chegou a um índice de detecção de 6,9%.
O monitoramento acompanha uso dos produtos no controle de pragas das plantações de soja.


É o quarto menor índice, acima apenas de Rancharia, onde o monitoramento apontou 6,6% para monitoramento em produção de cana-de-açúcar. Aliás, as duas cidades ficam abaixo da média nacional
Além destes pontos, o Estado registra casos em análise e ocorrências em Luiz Antonio, na região de Ribeirão Preto, com 11,5% de detecção, Angatuba com 12% e Aguai, com 16% e o maior índice no Estado.
Painel nacional
A divulgação começou na segunda-feira, 11, com avaliação de risco para proteção da vida aquática e ampliar a transparência e o acesso à informação. Além disso, qualificar o debate e apoiar a tomada de decisão por parte de gestores, pesquisadores e sociedade a respeito do tema.
O Painel de Monitoramento de Agrotóxicos usa coletas com mais de 10,4 mil análises em 63 pontos distribuídos pelo país. Assim, identificou 49 tipos de agrotóxicos nos cursos d’água, bem como frequência geral de detecção foi de 7,2%.
A expectativa é que o monitoramento contínuo permita a compreensão mais adequada das tendências de ocorrência dessas substâncias. Para saber mais acesse o painel.





