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Quem é o maior artilheiro do Brasil na história das Copas do Mundo?

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Com 15 bolas na rede, um único centroavante lidera de forma isolada a lista histórica de goleadores da Seleção Brasileira no torneio da Fifa

CELIO JR/ ESTADÃO CONTEÚDO
O técnico da brasileira seleção, Mário Jorge Lobo Zagallo (e), consola o atacante Ronaldo após derrota na final da Copa de 98.

A resposta direta para essa dúvida histórica é Ronaldo Fenômeno. O ex-camisa 9 é o maior artilheiro do Brasil em Copas do Mundo, somando um total de 15 gols marcados ao longo de 19 partidas. Essa marca foi construída durante as edições de 1998, 2002 e 2006, consolidando o atacante não apenas como líder isolado no país, mas como o segundo maior goleador de todas as seleções na história do torneio mundial, ficando atrás apenas do alemão Miroslav Klose (16 gols).

A construção da hegemonia do camisa 9

A trajetória de gols do Fenômeno começou na França, em 1998, quando o atacante anotou quatro tentos e ajudou a equipe a chegar à grande final. No entanto, o verdadeiro ápice de sua carreira na Seleção ocorreu em 2002, na Coreia do Sul e no Japão. Naquela edição, Ronaldo balançou as redes oito vezes, sendo o artilheiro isolado e o protagonista do pentacampeonato brasileiro, incluindo os dois gols decisivos na final contra a Alemanha.

O recorde nacional foi consolidado de vez na Copa da Alemanha, em 2006. Mesmo lidando com problemas físicos, Ronaldo conseguiu marcar três gols na fase de grupos e nas oitavas de final. Esse desempenho fez com que ele ultrapassasse Pelé no ranking interno do Brasil e, temporariamente, assumisse o posto de maior artilheiro de todas as Copas.

O panteão da Seleção Brasileira: ranking histórico

A lista dos jogadores que mais marcaram gols pelo Brasil no principal torneio de futebol do planeta é composta pelas maiores lendas da modalidade. O ranking de goleadores da amarelinha evidencia o poder ofensivo do país ao longo das últimas décadas.

Os 5 maiores artilheiros brasileiros

  1. Ronaldo Fenômeno (15 gols): O líder absoluto, com participação letal no título de 2002 e dono de uma impressionante média de 0,79 gol por jogo no torneio.
  2. Pelé (12 gols): O Rei do Futebol é o único a vencer três Copas do Mundo como jogador (1958, 1962 e 1970). Seus gols foram distribuídos ao longo de quatro edições, sendo seis deles anotados logo em sua estreia mundial, com apenas 17 anos.
  3. Ademir de Menezes, Jairzinho e Vavá (9 gols): O trio de lendas divide a medalha de bronze. Ademir foi o artilheiro da Copa de 1950. Jairzinho recebeu o apelido de Furacão da Copa em 1970 ao marcar em todas as partidas do torneio. Já Vavá brilhou intensamente e marcou em finais no bicampeonato de 1958 e 1962.
  4. Neymar, Rivaldo e Leônidas da Silva (8 gols): Rivaldo foi uma das engrenagens fundamentais na conquista do penta. Leônidas, o Diamante Negro, foi o grande destaque ofensivo do Brasil na década de 1930. Neymar é o único representante recente a alcançar este patamar de excelência na seleção.
  5. Careca (7 gols): O clássico centroavante brilhou nas edições de 1986 e 1990, sendo um dos atacantes mais letais a vestir a camisa do Brasil, garantindo seu lugar isolado na quinta posição estatística.

A distância da geração atual para os líderes

Observando o cenário do futebol moderno, quebrar as marcas estabelecidas por Ronaldo e Pelé exige uma longevidade rara na equipe nacional. O único jogador em atividade que conseguiu se infiltrar no pelotão de elite foi Neymar. Com os dois tentos anotados no Catar em 2022, o atacante chegou à marca de 8 gols totais em Mundiais (somando quatro em 2014, dois em 2018 e dois em 2022).

Para os demais nomes da atual geração ofensiva do Brasil, o caminho ainda é muito longo. Jogadores como Richarlison, que marcou três gols na última Copa, e Vinícius Júnior, que balançou as redes apenas uma vez, precisam de sequências estatísticas espetaculares nas próximas edições para sequer entrarem no top 10 histórico.

Manter o faro de gol intacto em um torneio de tiro curto e alta pressão é exatamente o que separa os bons atacantes das lendas imortais. O topo da tabela verde e amarela continua sendo um clube extremamente restrito, provando que a coroa deixada pelo Fenômeno permanecerá pesada no almanaque do futebol brasileiro.

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