O vírus da influenza aviária de alta patogenicidade H5N1 (IAAP H5N1) se espalha pelo mundo desde 2021, infectando aves domésticas, selvagens e mamíferos. O controle depende principalmente de abates em massa, com perdas milionárias no setor avícola. Infecções humanas são raras, mas o risco pandêmico exige ações sustentáveis, como vacinação sem barreiras comerciais injustas.
A Organização Mundial da Saúde Animal- OMSA reconheceu a vacinação como ferramenta complementar na Resolução nº 28 de 2023. Vacinar não altera o status de país livre de IAAP, se houver vigilância comprovando ausência de infecção. Ainda assim, custos e restrições comerciais limitam seu uso a poucos países.
Iniciativa Internacional
Os Países Baixos coordenam grupo de trabalho com Canadá, UE, França, Reino Unido, EUA e OMSA. Em janeiro, definiram requisitos mínimos para comércio de aves vacinadas, incluindo vigilância e zoneamento, alinhados às normas globais.
Próximos Passos
Neste mês de maio, na Sessão Geral da OMSA, serão apresentados avanços e diretrizes para vigilância em populações vacinadas. O foco é demonstrar segurança e eliminar barreiras desproporcionais, promovendo um setor avícola mais sustentável para saúde animal, humana e ambiental. A 93ª Sessão Geral da Assembleia Mundial de Delegados da Organização Mundial de Saúde Animal será realizada de 18 a 22 de maio em Paris, na França.
Fonte: OMSA
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