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Lesões no trânsito e furtos sobem em março; estupros mantêm alta em Marília

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Caso de lesões por acidentes de trânsitos e furtos são destaques nas queixas de moradores no mês de março, ao lado de denúncias de estupros que seguem tendência de alta em Marília.

Os casos são mais significativos na avaliação do trimestre e comparação com ano anterior. As informações estão em publicação da Secretaria de Segurança Pública com estatísticas de ocorrências.

Marília Assim, tratam exclusivamente dos casos que chegaram à Polícia Civil na cidade. O modelo, aliás, ignora até casos com registros, como os estelionatos, crimes comuns por golpes digitais

Alta nos furtos e crimes patrimoniais

Os furtos continuam liderando as estatísticas. Com 235 novas queixas em Marília, o total de crimes 631 registros nos primeiros três meses deste ano.

Foram 60 casos a mais que os 175 de fevereiro deste ano e 44 acima dos crimes de 2025. Contudo, no trimestre, os anos ficam parecidos, com 626 casos no mesmo trimestre do ano anterior.

Lesões no trânsito

A lesão corporal por acidente de trânsito apresentou uma alta significativa de 81,4% entre os meses de fevereiro e março de 2026. Enquanto o mês de fevereiro registrou 54 ocorrências, o mês de março encerrou com 98 registros oficiais.

O número é também mais alto que os 68 casos de março de 2025. Na comparação do trimestre, Marília chegou a 241 situações de lesões por acidentes contra 215 de 2025.

As lesões corporais em conflitos nas ruas tiveram redução em março, inclusive com menos casos – 87 – que as situações de trânsito. Porém, no acumulado do ano foram 260 queixas, número maior que o do outro crime e também superior aos 253 do ano passado.

Crimes sexuais

O balanço também aponta que os crimes sexuais mantém ritmo de alta que apareceu em fevereiro. O mês de março registrou 12 casos, muito acima dos quatro de 2025, e próximo dos 13 que a cidade teve em fevereiro.

Assim, no trimstre a cidade chegou a 30 denúncias, 130% a mais que o mesmo período do ano passado.

Aliás, o destaque segue com os crimes contra vulneráveis: cinco em janeiro, sete em fevereiro e nove em março, total de 21 e muito acima dos 12 no ano passado.



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