Entre os principais obstáculos à ampliação da cultura securitária no Brasil está uma percepção historicamente equivocada: a de que proteção patrimonial é um privilégio restrito à alta renda.
Essa visão, embora difundida, já não corresponde à realidade do mercado. A modernização do setor, a diversificação de produtos e a maior capacidade de personalização permitiram ampliar significativamente o acesso à proteção securitária.
O problema central, portanto, deixou de ser preço e passou a ser percepção do valor contido nos seguros. Muitas famílias superestimam o custo da proteção e subestimam o impacto financeiro de permanecer expostas.
Na prática, proteger patrimônio frequentemente custa uma fração marginal do valor que se busca preservar. O custo de não proteger, por outro lado, pode representar perdas financeiras substanciais e anos de reconstrução patrimonial.
A decisão correta implica em conhecer “quanto custa proteger?”, mas, e principalmente, “quanto custará não ter proteção quando ela for necessária?”.
A competência de um corretor de seguros de confiança certamente trará eficácia nas contratações de seguros.
Jorge Eduardo de Souza é Diretor-Presidente da Única Seguros, especialista em gestão de riscos e proteção patrimonial, com certificação internacional pela AIRM. Atua em entidades como ABGR, ANSP e SINCOR-SP, contribuindo para o avanço técnico do setor de seguros no Brasil. Professor e palestrante, tem atuação destacada na formação executiva em seguros, riscos e benefícios corporativos.
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