Marília – O HC Famema comunicou na sexta-feira em Marília a alta hospitalar para o último paciente que estava em atendimento por consequência da tragédia na BR-153, mais de 60 dias após o caso, de 16 de fevereiro
O boletim médico não apresenta identificação, detalhes do paciente ou obre as condições de saúde.
Com isso, o hospital chegou a 13 altas em 15 atendimentos – dois pacientes morreram durante tratamento -. Seis dos passageiros faleceram na madrugada em que um ônibus om trabalhadores do Maranhão tombou após problemas em pneus.
Mas informações em outros casos com alta mostram que o impacto da tragédia não acabou e deve ter desdobro em tratamentos e até discussões judiciais. Veja o que ainda mobiliza serviços públicos e interesses no caso:
Processo criminal
As mortes e lesões provocaram um processo criminal em que o único acusado foi o motorista Claudemir Morais Moura. Ele, contudo, faleceu em consequência dos ferimentos, o que extingue o processo
Recuperação
O caso deixa pacientes com demandas longas de recuperação, como o jovem Jonathan Costa e Silva, 21, que ainda faaz fisioterapia e mais procedimentos.
A tragédia relatou, aliás, 25 pessoas em atendimento hospitalar com diferentes níveis de gravidade e lesões.
Disputas judiciais
A tragédia ainda pode provocar muitas discussões judiciais em indenização e responsabilidades civis pelas lesões, mortes e danos para famílias.
Os passageiros faziam viagem para contrato em uma fazenda de colheita de maças em Santa Catarina, com ônibus de serviço privado para o trajeto.
Investigação trabalhista
O MPT (Ministério Público do Trabalho) abriu procedimento para investigar irregularidades no transporte bem como analisar os contratos de trabalho para o caso.
Colheitas de maçã no sul do país entraram, inclusive, em foco com denúncias e fiscalizações após o caso.





