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Negociação fracassa e estudantes fazem paralisação e protesto na Famema

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Marília Os estudantes dos cursos de Medicina e Enfermagem da Famema promovem nesta quarta-feira uma paralisação após fracasso de negociação com a diretoria sobre seis demandas.

Acusam desmonte do ensino na instituição com situações que vão do fim de atividades em hospital à desvalorização de professores. A Famema é uma autarquia estadual e o processo de estadualização arrasta organização desde 1994.

A instituição espera, por exemplo plano de cargos e carreira e concursos para docentes perdem candidatos por salários baixos. O valor é muito menor que outras instituições estaduais.

Além disso, os alunos acusam desmonte de estrutura no hospital – escola HC Famema.

A previsão de paralisação está em decisão de assembleia dos estudantes que ocorreu em 26 de março. Havia expectativa de uma reunião com a diretoria na segunda-feira, dia 6, o que não ocorreu.

Já em articulação para a manifestação, a diretoria chamou os representantes na terça-feira, dia 7, mas não houve avanços. Conforme manifestação após o encontro, houve promessas, mas sem compromissos concretos.

“Os estudantes compreendem que não é possível aguardar por mudanças que não se concretizam. A
paralisação, portanto, é um instrumento que busca por condições adequadas de ensino e
permanência. Veja abaixo as demandas

Negociação fracassa e estudantes fazem paralisação e protesto na Famema
Negociação fracassa e estudantes fazem paralisação e protesto na Famema
Alimentação no internato

Conforme diretórios acadêmicos dos dois cursos, estudantes em período integral têm longas horas no hospital sem acesso adequado à alimentação.

Salas de aprendizagem

Publicação diz que espaços atualmente utilizados apresentam problemas estruturais, bem como proposta de redução para apenas uma sala.

Salas para Enfermagem

“Ausência de espaços apropriados compromete a organização do curso e o processo de aprendizagem”, diz o documento. Informa, inclusive, que em alguns casos, análise ocorre próxima a
pacientes, “o que configura situação incompatível com a ética profissional”.

Políticas afirmativas de acesso à graduação

Movimento pede consolidação e ampliação de políticas de cotas e inclusão, bem como diversidade e equidade no acesso ao ensino público.

Corpo docente

Os estudantes pedem ainda transparência nos mecanismos de manutenção do corpo docente diante do atual plano de carreira. “A instabilidade no quadro de professores impacta diretamente a continuidade, a qualidade do ensino e o vínculo com a instituição.”

Campus com Restaurante Universitário

Manifesto cita falta de campus próprio e acusa ausência de políticas de permanência, como o
RU. Assim, diz que a situação “compromete as condições de vivência acadêmica e permanência estudantil.”



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