Luiz Paulo Machado de Almeida, 24, o réu que a Justiça de Assis mandou ao júri popular pela morte da estudante Catarina Mercadante em colisão de trânsito, perdeu mais um recurso no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e as opções de atrasos diminuem.
A defesa do réu apresentou um recurso de Embargos de Declaração contra decisão que rejeitou um agravo. Era uma tentativa de rever um julgamento no Tribunal de Justiça e, assim, fazer o caso retroceder e evitar o Júri.
Agora, as opções deixam o acusado mais perto das últimas chances junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) e também do Júri.
Mas nada disso representa solução rápida do caso. Além de todo período decisão final, há prazos para que a decisão chegue oficialmente a Assis e, assim, ao Júri.
O julgamento também não é definitivo, já que o Júri Popular é um tribunal de primeira instância, Mesmo em condenação, ele teria chances de novos recursos, dessa vez contra a punição.
Contudo, a eventual condenação pode mudar o caso com a prisão do réu, que segue em liberdade desde a noite em que, na contramão, atingiu o carro da menina. Catarina faleceu no local,





