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Condenado por matar mãe e filha em Pompeia deixa ‘presídio dos famosos’

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O psicólogo Fabrício Buim Arena Belinato, condenado por matar a mãe e filha – sua esposa e enteada – em Pompeia deixou a penitenciária de Tremembé, o ‘presídio dos famosos’, para cumprir pena em nova unidade.

Fabrício está 30km de distância do endereço antigo, na unidade de Potim II, que recebeu também nomes como o médico Roger Abdelmassih. A onda de transferências começou com excesso de visibilidade do complexo de Tremembé após série sobre detentos famosos.

A unidade em que Fabrício Arena estava abrigou mais nomes, como Suzane Von Richthofen, o ex-jogador Robinho e o empresário Thiago Brennand.

A SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) notificou a justiça sobre a transferência em 30 de dezembro de 2025. Uma consulta ao sistema de localização de custodiados nesta terça-feira mostrou Fabrício na unidade de Potim.

Os dados oficiais da SAP mostram que o novo endereço é um espaço ‘privilegiado’, sem superlotação. Números do dia 26, segunda-feira, indicam sobre de vagas tanto na penitenciária quanto na Atenção Primária Prisional.

Dia da prisão: condenado por matar mãe e filha em Pompeia deixa ‘presídio dos famosos’

Os crimes

O psicólogo está preso desde fevereiro de 2021, poucos dias depois de a polícia encontrar os corpos de Cristiane Pedroso dos Santos, sua esposa, e a filha menor dela, Karoline, 9.

Ele e a enteada mais velha, M.K.S., que tinha 16 anos na época, participaram na morte e ocultação dos corpos no quintal da casa da família.

Condenado por matar mãe e filha em Pompeia deixa 'presídio dos famosos'
Fabrício enterrou sua mulher e enteada no quintal da casa delas, onde vivia em Pompeia

Fabrício confessou relação amorosa com a enteada adolescente que, inclusive, adotou sobrenome do padrasto em redes sociais.

A apuração indicou, inclusive, que os crimes com morte e ocultação ocorreram meses antes, em 2020.

Os dois passaram, assim, a viver juntos na casa em que sepultaram mãe e filha. Fabrício fugiu quando o caso estourou, a adolescente ajudou a polícia a encontrar os corpos no quintal.

O homem acabou preso quase uma semana depois no Mato Grosso do Sul onde, aliás, até trabalhava em obra. Em 2022 recebeu condenação a 56 anos de reclusão pelos crimes.

Além disso, a adolescente também recebeu punição com medida socioeducativa após internação na Fundação Casa.



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